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O que aprendemos com Legion? 


Legion estreou com uma enorme desconfiança. Ninguém sabia ao certo o que a Fox pretendia ao expandir o Universo Marvel que lhe pertence para a TV. A surpresa foi geral quando o programa se mostrou diferente de tudo o que estava sendo feito, um novo gás para o gênero dos super-heróis.

Legion nos ensinou que os personagens precisam ser interessantes

É incrível como com o passar dos 8 episódios, cada vez mais os personagens da série foram ganhando camadas extras que desenvolviam as suas complexidades. Um exemplo ótimo foi no último episódio, quando contrariando tudo e todos, o capítulo iniciou focando em Clark, o interrogador que havia sido queimado lá no primeiro episódio. Descobrimos quem ele é, qual sua história e quais os seus atuais sentimentos. Um ótimo trabalho de desenvolvimento, que se estende também a todo o elenco.

Legion nos ensinou que é preciso pensar fora da caixa

Querer inovar e ser diferente é muito fácil, agora de fato inovar e ser diferente, é ai que o bicho pega. Legion teve 8 episódios que adotaram narrativas nada lineares. Uma mistura de ações, flashbacks, manipulações, alucinações e ilusões obrigaram o espectador a ficar sempre atento e tendo de montar mentalmente a cronologia lógica das coisas.

Legion nos ensinou que identidade visual é importante

Em uma época em que as séries de heróis seguem franquias, tal qual acontece no cinema, não é raro vermos uma identidade visual ser replicada de forma simplória em vários shows. Legion desconstruiu isso com uma fotografia impecável. Efeitos atraentes e competentes. Fora um esmero na montagem dos 8 capítulos.

Legion nos ensinou que o roteiro não deve ser escrito para crianças

Parece besteira, mas não é. Existem muitos programas hoje que tratam o espectador como se fosse uma criança, mastigando e explicando tudo. Legion não é uma dessas séries. Não temos clichês em quase todos os episódios, as opções óbvias quase nunca são as escolhidas, somos constantemente surpreendidos.

Usar a cronologia com sabedoria

A cronologia, as referência ao Universo Marvel como um todo, não devem ser jamais tratadas como um problema. Precisam ser aliados para contar e montar a sua história. O último capítulo foi uma aula de como usar isso a seu favor. David Haller explicou toda a relação com o seu pai. Ele não usou o nome Charles Xavier e o personagem nem apareceu fisicamente, mas para bom entendedor … sem contar o Rei das Sombras, que foi oficializado e apareceu na sua forma monstruosa. E tudo isso foi trabalhado aos poucos, com muita sabedoria. Não foi tratado como um problema e nem foi jogado na série.

Por essas e outras que Legion se mostrou talvez a série mais interessante de heróis do mercado atual. Um gás novo em um mundo dominado pelas produções da CW e da Netflix.Fonte: O que aprendemos com Legion? ~ Universo Marvel 616

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Publicado às 18/04/2017 por em Cinematofilia e marcado .

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